
Sabotage foi homenageado em duas noites no Sesc Pompeia, em São Paulo, na sexta (5) e no sábado (6). O show “Enquanto Houver Desvantagem” abriu o projeto “#CANCELA: Ecos do Cárcere” e teve direção artística e musical de Daniel Ganjaman, produtor que trabalhou com o Maestro do Canão.
O ponto alto veio no fim. Rappin Hood chamou ao palco a família de Sabotage: os filhos Tamires e Sabotinha, ao lado de Carla Brooklin Sul. Eles cantaram “Respeito é pra quem tem”, “Um bom lugar” e “Rap é compromisso”. No sábado, o repertório ganhou ainda “Canão foi tão bom”.
A noite até o tributo
A sequência foi pensada para crescer. Rodrigo Ogi abriu os trabalhos com músicas próprias e chamou Stefanie para cantar “Por um fio”, do álbum “BUNMI”, lançado por ela recentemente. Depois, Stefanie seguiu com o próprio repertório e passou a vez a DJ Marco, que fez uma apresentação nos toca-discos com recortes ligados ao tema do projeto.
DJ Marco emendou no instrumental de “Us guerreiro”, e Rappin Hood entrou acompanhado de Kaion, do Expressão Ativa, para cantar alguns de seus clássicos antes de apresentar a família do homenageado.
Um legado que segue
Mais de duas décadas depois da morte de Sabotage, em 2003, as músicas dele continuam entre as mais respeitadas do rap brasileiro. Ver os filhos cantando esse repertório num palco lotado reforça que a obra do Maestro do Canão segue viva e passando de geração em geração.
